O que eu não terminei de ler

3 de abril de 2016
Estou colecionando leituras iniciadas mas não terminadas. Faltam poucas páginas para O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Záfon, mas não termino pela simples preguiça de pegar o livro lá na casa do meu namorado, que foi onde deixei. 

Parei na página 91 de A Dança dos Dragões há dois anos e desde então não mais peguei na mão o tijolo que é aquele exemplar; não sigo a leitura tanto pela preguiça do peso tanto pela preguiça de me envolver novamente com a looonga história do G. R. R. M. - não lembro mais de nada. 

American Gods, do Gaiman, estacionei na página 73 porque, sinceramente, tá chato, mas como comprei o paperback por caríssimos 7 reais, me sinto na obrigação de ler (mas não hoje, nem amanhã). 

Já a minha tentativa de leitura de Anna Kariênina do Tolstói tem sido uma novela. Uns anos atrás peguei um exemplar na biblioteca da faculdade e li até certo ponto, mas como nunca fui disciplinada com datas, acabei pagando várias multas e nem consegui terminar. Aí nesse ano resolvi retomar a leitura, mas com o Kobo. Odiei com todas as minhas forças a versão que baixei em pt-br porque, além de sentir a leitura meio “travada”, havia muita falta de pontuação. Baixei o texto em domínio público em inglês e foi bem melhor… mas aí bateu a famosa preguiça. Uma hora eu retomo.

As Irmãs Romanov (Helen Rappaport) segue interessante como história da finada monarquia russa, já consegui ler 50%, mas no momento tô com preguicinha de ler (nota-se um padrão aqui).

Os Miseráveis, do Victor Hugo, posso justificar dizendo que desde que peguei para ler, já sabia que seria um projeto de leitura para o ano inteiro. Vou ler pouco a pouco todo mês e espero até dezembro terminar.

Mas, mesmo com todas essas pendências citadas, nessa semana eu iniciei O Segredo de Jasper Jones e Harry Potter e o Enigma do Príncipe. E não para por aí: li hoje, numa só sentada, Superman/Batman: Inimigos Públicos e também comecei a leitura de Dublinenses, do James Joyce.

Será que tudo isso é culpa de mal ter lido durante todo o ano passado?

Olá, outono

21 de março de 2016




Yay, começou o outono. Maravilha. Acho que é a melhor estação do ano, seguido da primavera. Quando era criança o que eu mais amava no mundo era o verão, porque eu poderia me sujar, correr, subir nas árvores, tomar banho de mangueira no pátio... mas cresci e fiquei uma velha e chata que não faz mais nada disso, então essas pequenas alegrias de outros tempos não fazem mais sentido, e tudo que eu faço quando começa o mormaço é reclamar.

Enfim. Eu falava das maravilhas do outono. Geralmente nessa estação há vários daqueles dias perfeitos — e isso eu falo da perspectiva do Rio Grande do Sul, não sei como é em outros lugares — em que não é frio nem quente, só tem um ventinho gostoso e um céu nublado. Perfeito para andar de mãos dadas ou vazias por aí. Tanto faz, nessa temperatura amena a vida é boa.

Também é a estação que os casacos começam a sair dos armários, as botas precisam ser lavadas porque os dias de chuva e frio chegam de mansinho, passa-se a comprar café em vez de sorvete. A folhagem cai, os plátanos dominam o chão e podem ser cenário de qualquer foto bonita.

Outono é tão maravilhoso que faz até a cor marrom parecer uma cor legal.

(Ah, as fotos são de maio-2015, achei perdidas no meu Flickr abandonado. E mais uma coisinha: tem Bloglovin? Segue o blog por lá! Melhor lugar para acompanhar os feeds dos blogs, na minha opinião. Se tiver, deixa o link nos comentários!)

4 filmes #1

18 de março de 2016


O Profissional (Léon, Luc Besson, 1994)
Léon (Jean Reno) é um assassino profissional que mora sozinho num condomínio decadente. Mathilda (Natalie Portman), vizinha de Léon, tem uma família perturbada. Certo dia, quando um grupo vem acertar as contas com o pai, Mathilda se vê sozinha no mundo e só tem o vizinho para pedir socorro. Enquanto o assassino ensina a menina a matar, ela mostra o mundo das palavras a ele.

Psicose (Psycho, Alfred Hitchcock, 1960)
Nesse clássico do suspense, baseado no livro homônimo de Robert Bloch, Marion Crane (Janet Leigh) tem sua vida monótona alterada ao roubar uma grande quantia de dinheiro de seu patrão. Durante a fuga, uma tempestade faz com que Marion pare em um motel de beira de estrada. Norman Bates (Anthony Perkins), o dono que cuida desse motel, é um sujeito estranho que precisa explicar aos detetives como Marion desapareceu.

Kill Bill: Volume 1 (Kill Bill Vol. 1, Quentin Tarantino, 2003)
No dia do ensaio de seu casamento, a noiva (Uma Thurman), uma assassina grávida que está tentando mudar de vida, é espancada quase até a morte e leva um tiro na cabeça por Bill (David Carradine) o chefe do grupo e pai da bebê da noiva. Depois de anos em coma, "a noiva" acorda com a necessidade de se vingar de todos os membros do grupo que quase a matou. Há muito sangue, exagero, e fotografia maravilhosa. Trívia: até então eu sempre pensei que "Kill Bill" fosse um nome composto, em vez de "mate Bill", na tradução.

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish, Tim Burton, 2003)
Edward Bloom (Albert Finney) é um contador de histórias que adora contar sobre as aventuras de sua vida. Todo mundo se reúne a sua volta e ri, mas para seu filho Will (Billy Crudup) tudo não passa de fantasia e acreditar não conhecer o pai de verdade. Quase no fim da vida, pai e filho precisam colocar as diferenças de lado para enxergar e enxergar o que tem de verdadeiro em toda a fantasia. Filme lindo e colorido, que me fez chorar um lago inteiro. <3
  • Por algum tempo falei aqui sobre os filmes que vi durante o mês, mas como tem meses que assisto nada assim como tem meses que assisto mais de 10, preferi adotar esse formato. Na página do blog posto os filmes assim que assisto. Se tiver Filmow, vamos ser amiguinhos por lá!
 

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